Agricultores do Paraná cobram ações do governo para minimizar perdas por conta da estiagem

Com a estiagem que afeta a safra 2021/2022, o Paraná projeta perdas na ordem de mais de R$16 bilhões. Os dados mais recentes indicam que houve uma quebra de 42% na safra e uma redução de produtividade para pouco mais de 2,4 milhões de toneladas no milho.


Conforme instituições do setor, os prejuízos só não serão maiores, pois cerca de 50% da produção agrícola utiliza água armazenada em reservatórios construídos pelos próprios produtores ao longo dos últimos 100 anos.


Nesse sentido, diante do cenário de prejuízos e com o objetivo de ajudar agricultores, a CONFAEAB (Confederação dos Engenheiros Agrônomos do Brasil), listou algumas sugestões que podem ser aplicadas para a tentativa de reversão do contexto.


O vice-presidente da CREA Paraná, Clodomir Ascari, e presidente da Federação dos Agrônomos diz que as entidades estão em Brasília cobrando do Ministério da Agricultura algumas ações. Entre os itens estão a liberação de crédito emergencial para mitigação de danos da seca, incentivos para linhas de crédito e aumento na velocidade com que o pagamento do seguro rural, estão entre os 31 tópicos sugeridos.


O Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Paraná cobra agilidade principalmente na liberação do seguro agrícola.

Clodomir Ascari alega que as políticas voltadas ao agricultor não se trata de uma defesa corporativa. Isso porque a quebra na safra afeta toda a cadeia, inclusive o preço do alimento na mesa do consumidor final.



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